<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' version='2.0'><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-8196528298578883969</atom:id><lastBuildDate>Tue, 31 Mar 2009 10:26:54 +0000</lastBuildDate><title>Jornalista na Itália</title><description></description><link>http://jornalistanaitalia.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Jornalista na Itália, que mudou para a Inglaterra)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>50</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8196528298578883969.post-384087979557621507</guid><pubDate>Mon, 30 Mar 2009 23:10:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-03-31T03:26:54.981-07:00</atom:updated><title>Diferenças</title><description>Aconteceu um fato aqui que surpreende imensamente alguém que veio do Brasil, um país que tolera a corrupção na política. O marido da ministra do Interior viu alguns filmes pornôs em casa e sem querer a despesa da TV a cabo foi enviada junto com outras a que ela tem direito, por força do cargo que ocupa. Detalhe, a conta é de aproximadamente 60 libras. Isso acabou gerando um pedido de desculpas público da ministra, feito em cadeia de TV nacional. O marido também repetiu o gesto, mendigando o perdão da opinião pública inglesa. Ainda hoje os principais jornais e noticiosos fizeram suas suítes, dando mais detalhes sobre o caso. A abordagem dada pela imprensa atingiu contorno de escândalo político - ou pelo menos constrangimento. O mesmo acontece quando uma criança morre. Gera uma comoção intestina que a nós brasileiros não afeta ou sensibiliza mais. Agora, o que estranha mesmo é que os ingleses, que foram capazes de cometerem as piores atrocidades nas suas colônias, tenham esse tipo de sentimento humano dentro de casa, que é refletido na sua imprensa - ou vice-versa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8196528298578883969-384087979557621507?l=jornalistanaitalia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://jornalistanaitalia.blogspot.com/2009/03/diferencas.html</link><author>noreply@blogger.com (Jornalista na Itália, que mudou para a Inglaterra)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8196528298578883969.post-5807955662687440000</guid><pubDate>Fri, 27 Mar 2009 10:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-03-27T04:17:46.216-07:00</atom:updated><title>Acidente</title><description>Aconteceram tantas coisas desde a última postagem. Uma delas é que a minha esposa passou por uma experiência um tanto traumática: se envolveu num pequeno acidente de ônibus em que um ciclista foi a causa. Pelo que ela me contou, o dito cruzou o caminho do ônibus e o motorista teve que frear bruscamente, levando muitos dos passageiros ao chão. Felizmente, não houve feridos graves, mas mesmo assim atraiu quase uma dezena de ambulâncias. Por sinal, a estrutura que a polícia e o sistema de saúde têm é impressionante. Basta que um pequeno crime aconteça para umas cinco viaturas da polícia aparecerem. Mas voltando ao fato, mesmo que a esposa não mostrasse ferimentos, os paramédicos fizeram questão de levá-la - assim como os outros envolvidos - ao hospital para ficar em observação. Não adiantou que tentasse argumentar que o caso não era para tanto. O rigor deles nestes casos é extremo. Se alguma coisa acontece com os passageiros isso respinga na empresa de ônibus, que afinal de contas é estatal. Lá pelas 17h recebo um telefonema da Fernanda, me explicando o fato e que não precisava me preocupar. Fiquei da mesma forma preocupadíssimo, principalmente porque ela não é muito versada na língua de Shakespeare. Mas como tem tanto imigrante que não sabe falar inglês o pessoal do atendimento já está escolado. Eles sacam um computador, conectam na web e, via tradutor, tentam entender e se fazer entender pelos pacientes e familiares. Para fechar a história, eles a trouxeram de táxi para casa. Pelo que me informei não é que todo mundo que procura o sistema de saúde tem esse tratamento, mas como o pessoal da empresa sabe que pode dar processo por negligência em caso de acidente, tratam de oferecer um atendimento vip, com direito a táxi gratuito na volta para casa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8196528298578883969-5807955662687440000?l=jornalistanaitalia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://jornalistanaitalia.blogspot.com/2009/03/acidente.html</link><author>noreply@blogger.com (Jornalista na Itália, que mudou para a Inglaterra)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8196528298578883969.post-5418228442720294072</guid><pubDate>Sat, 28 Feb 2009 19:22:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-02-28T11:32:15.545-08:00</atom:updated><title>Abrir conta na Inglaterra, haja paciência</title><description>As experiências que tive para abrir uma conta na Inglaterra foram um tanto estranhas. Primeiro que nos dois bancos que procurei disseram que eu precisaria marcar hora para falar com o gerente. Segundo, que eu fui pontual nos dois encontros, e pensava que os gerentes britânicos me premiariam com a mesma distinção. Ledo engano. Num dos bancos, tomei um chá de cadeira que me fez desistir de abrir a conta lá. No outro, que me falaram tão bem, simplesmente a gerente não estava. Então, se eles são capazes de fazer isso com um possível cliente não me surpreende porque os bancos ingleses estão quebrando com uma facilidade muito grande. Nenhum ou muito pouco respeito com os clientes, foi isso que eu senti.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8196528298578883969-5418228442720294072?l=jornalistanaitalia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://jornalistanaitalia.blogspot.com/2009/02/abrir-conta-na-inglaterra-haja.html</link><author>noreply@blogger.com (Jornalista na Itália, que mudou para a Inglaterra)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8196528298578883969.post-4058119338378530988</guid><pubDate>Sun, 22 Feb 2009 20:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-02-22T13:09:55.413-08:00</atom:updated><title>Multiculturalismo</title><description>Fiquei um tempo sem escrever. Não por falta de inspiração ou por ausência de acontecimentos, mas por pura preguiça mesmo. Desde a nevasca, que foi uma coisa fantástica, pelo inusitado, muita coisa aconteceu.  Minha esposa chegou, comecei a trabalhar e conhecer melhor a cidade, além do estudo do inglês. Já falo alguma coisa, mas estar aqui sem dúvida acelera o aprendizado, como já havia feito na Itália. Comecei a entrar no ritmo da cidade, que é alucinante, como escrevi nos primeiros posts. Passei a não ficar tão cansado de subir e descer escadas no metrô, mas não deixei de me admirar com o multiculturalismo da cidade, e a quantidade de línguas que se fala. Semana passada estava voltando à noite do meu curso de inglês e de repente ouvi três pessoas falando ao celular. Uma conversava em francês, a outra em russo, e um terceiro, para salvar a pátria, num inglês com sotaque bem britânico. Ainda não me acostumei com isso. Quer dizer, não que isso me incomode, pelo contrário. Curto muito a cadência das línguas e tento ficar imaginando a mensagem que árabes, franceses, alemães e demais estrangeiros trocam ao telefone.&lt;br /&gt;Agora, em nenhum lugar vi e ouvi tantos brasileiros. E, ao contrário de outras nacionalidades, os brasileiros não têm os seus guetos. Aqui nós moramos espalhados, o que nos enfraquece. Daria uma bela tese saber o porque disso. Porque nós somos tão desunidos quando estamos no exterior. Porque não nos organizamos, como os chineses, os árabes, os indianos, que têm os seus bairros.&lt;br /&gt;Talvez tenha um palpite. Do modo como votamos, deixando que tanta gente sem escrúpulos nos dirija, explica em parte porque não nos organizamos quando estamos fora.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8196528298578883969-4058119338378530988?l=jornalistanaitalia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://jornalistanaitalia.blogspot.com/2009/02/multiculturalismo.html</link><author>noreply@blogger.com (Jornalista na Itália, que mudou para a Inglaterra)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8196528298578883969.post-3951416691091050935</guid><pubDate>Tue, 03 Feb 2009 12:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-02-03T04:12:53.831-08:00</atom:updated><title>Depois da neve, um dia lindo de sol</title><description>Hoje, por incrível que pareça, abriu um sol maravilhoso em Londres. Depois de sermos agraciados com 15 cm de neve, na madrugada de domingo para segunda, a cidade renasceu com um tempo raro nessa época do ano. Mas a economia da cidade não está a pleno, diga-se de passagem. Enquanto estava indo ao trabalho, que no fim tive que dar meia-volta, pois mais um dia não houve expediente, boa parte do comércio estava fechado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8196528298578883969-3951416691091050935?l=jornalistanaitalia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://jornalistanaitalia.blogspot.com/2009/02/depois-da-neve-um-dia-lindo-de-sol.html</link><author>noreply@blogger.com (Jornalista na Itália, que mudou para a Inglaterra)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8196528298578883969.post-9206579656536139183</guid><pubDate>Mon, 02 Feb 2009 16:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-02-02T10:03:25.397-08:00</atom:updated><title>Londres debaixo de neve</title><description>Hoje Londres está praticamente parada. Apenas algumas linhas do metrô estão funcionando e os ônibus pararam de circular. Por este motivo muito poucos foram trabalhar na cidade, o que inclui a mim. As aulas também foram interrompidas e as crianças ficaram horas seguidas brincando na neve aqui no condomínio onde moro. Aliás, não apenas crianças, mas os próprios adultos. Fazia 18 anos que não nevava dessa maneira e eu estou tendo a sorte de ser testemunha ocular desse fato. Diria mais, também de brincar como as crianças, pois afinal, eu não sou de ferro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8196528298578883969-9206579656536139183?l=jornalistanaitalia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://jornalistanaitalia.blogspot.com/2009/02/londres-debaixo-de-neve.html</link><author>noreply@blogger.com (Jornalista na Itália, que mudou para a Inglaterra)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8196528298578883969.post-8339835905995972389</guid><pubDate>Fri, 30 Jan 2009 18:51:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-01-30T11:11:38.183-08:00</atom:updated><title>Mudando o nome, mas não a essência</title><description>Por sugestão da amigona Martha, lá de Mato Grosso, mudei o nome do blog. Já que eu fiquei na Itália por um aninho da minha vida, o primeiro fora do meu querido Brasil, não poderia deixar de lado o nome original. Apenas acrescentei - "que mudou para a Inglaterra". E inicio o post escrevendo sobre as primeiras impressões do lugar. Pelo que pude sacar de Londres, o ritmo da cidade é alucinante. Dentro do metrô, as pessoas estão sempre andando rápido. É uma neura. E normalmente as expressões são de poucos amigos. Difícil é achar algum semblante menos tenso, na multidão que passa pela gente diariamente. Os olhares parecem ter eletricidade d0 mesmo polo, que se repelem. Também é raro perceber um olhar de contentamento ou de descontração quando tem alguém fazendo um som bacana dentro do metrô. As pessoas não páram para assistir. Passam batido, como robôs sem sentimentos. Será que a música causa efeito entorpecente apenas para alguns poucos? Ou é simplesmente pela questão de que é muito comum encontrar músicos, que às vezes tocam bem e têm talento, que se apresentam em troca de uns parcos pounds. Seja qual for a resposta para esse enigma insondável, sei apenas que eu continuarei a perder alguns minutinhos apreciando a boa música, mesmo que o palco seja o metrô de uma das cidades mais populosas do mundo.&lt;br /&gt;Depois quero continuar no tema das comparações entre a vida na Itália e no Reino Unido, leia-se Londres.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8196528298578883969-8339835905995972389?l=jornalistanaitalia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://jornalistanaitalia.blogspot.com/2009/01/mudando-o-nome-mas-nao-essencia.html</link><author>noreply@blogger.com (Jornalista na Itália, que mudou para a Inglaterra)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8196528298578883969.post-3654564874643630806</guid><pubDate>Thu, 22 Jan 2009 23:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-01-22T16:12:55.670-08:00</atom:updated><title>Da água pro vinho</title><description>A mudança que fiz de uma cidadezinha italiana de 3 mil habitantes para Londres ainda está produzindo efeitos em mim. Por falta do que fazer, vivia num casulo e ficava praticamente encerrado em casa. O ritmo frenético da cidade é um convite constante para a rua e atiça a curiosidade. O tráfego pesado, a poluição e uma miríade de gente nas ruas são um mal necessário para quem tem o desejo de conhecer, ver, tocar, sentir, trocar. Também pode ser uma cidade dura, que se manifesta no (ou vários) olhar ameaçador ou desagradável, na insensibilidade dos motoristas de ônibus, no metrô lotado e na poluição. Estou engatinhando nesse mundo milenar que se chama Londres, mas quero aprender a caminhar e quem sabe até a correr.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8196528298578883969-3654564874643630806?l=jornalistanaitalia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://jornalistanaitalia.blogspot.com/2009/01/da-gua-pro-vinho.html</link><author>noreply@blogger.com (Jornalista na Itália, que mudou para a Inglaterra)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8196528298578883969.post-8840579753512232876</guid><pubDate>Sat, 17 Jan 2009 23:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-01-17T15:21:22.708-08:00</atom:updated><title>No metrô de Londres é impossível fazer as necessidades</title><description>Uma coisa que aprendi traumaticamente. O metrô de Londres não tem banheiros. Eu achei de uma desumanidade. E creio que até saiba o motivo: para não ter o custo com o material de limpeza e o pessoal para limpar. Ô gente pão-dura!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8196528298578883969-8840579753512232876?l=jornalistanaitalia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://jornalistanaitalia.blogspot.com/2009/01/no-metr-de-londres-impossvel-fazer-as.html</link><author>noreply@blogger.com (Jornalista na Itália, que mudou para a Inglaterra)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8196528298578883969.post-1593522351212000081</guid><pubDate>Fri, 12 Dec 2008 15:43:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-12T07:56:08.193-08:00</atom:updated><title>Vasco Rossi</title><description>A Itália tem uma tradição de cantores e autores bastante original. Vasco Rossi é um dos cantores\autores que admiro aqui. Ao mesmo tempo que ele faz composições roqueiras me sai com pérolas como "E adesso che tocca a me", um verdadeiro hino a quem cresceu com sonhos e os perdeu diante de uma realidade que sufoca e brutaliza. É exatamente essa a mensagem que a música passa. O que fazer com a realidade, como lidar com ela sem se machucar, sem se perder, sem mudar demais para agradar uns ou outros, como ficar íntegro àquilo que a gente acreditava. Esse é o maior desafio de quem passou dos 30 e ainda tem alguma sensibilidade. Estou escutando exaustivamente ao capovaloro do Vasco - uma música simples e tão poética, pois toca na nossa alma e nos convida a pensar como foi que mudamos ao passar dos anos.&lt;br /&gt;Convido vocês a fazerem a mesma reflexão e deixar a emoção aflorar com o grande poeta Vasco.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://br.youtube.com/watch?v=1A4OztxTTB4"&gt;http://br.youtube.com/watch?v=1A4OztxTTB4&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8196528298578883969-1593522351212000081?l=jornalistanaitalia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://jornalistanaitalia.blogspot.com/2008/12/vasco-rossi.html</link><author>noreply@blogger.com (Jornalista na Itália, que mudou para a Inglaterra)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8196528298578883969.post-3157482317874855447</guid><pubDate>Thu, 04 Dec 2008 09:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-04T01:37:43.736-08:00</atom:updated><title>Inter campeão da Copa Sul-Americana</title><description>Que vontade de estar em Porto Alegre, para dividir com os irmãos colorados a alegria de ser campeão da Copa Sul-Americana, diante do aguerrido Estudiantes, time da Argentina. Pelo que eu li a final foi dramática, como deve ser todo confronto dessa envergadura. Mas mesmo que o time adversário tenha sido superior nos 90 minutos da partida, o Colorado conseguiu vencer na prorrogação pelos pés de Nilmar, após um bate-rebate na área. Estava escrito que os torcedores teriam mais essa felicidade, que me contagia mesmo estando a milhares de quilômetros de distância, aqui na Itália.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8196528298578883969-3157482317874855447?l=jornalistanaitalia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://jornalistanaitalia.blogspot.com/2008/12/inter-campeo-da-copa-sul-americana.html</link><author>noreply@blogger.com (Jornalista na Itália, que mudou para a Inglaterra)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8196528298578883969.post-3634275352816631630</guid><pubDate>Wed, 26 Nov 2008 19:58:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-11-26T12:28:42.665-08:00</atom:updated><title>Bolsa-Família italiano</title><description>Hoje o governo italiano lançou o seu bolsa-família. Certos jornalistas, todos eles atuando nos canais pertencentes ao conglomerado de comunicação de Silvio Berlusconi, douraram a pílula. Emilio Fede, da Rete 4, é o maior defensor do patrão, e toma partido abertamente por ele, inclusive atacando seus inimigos da oposição. Em entrevista com um senador do partido do premier, Popolo della Libertà (PDL), o jornalista iniciou a pergunta com uma afirmação: "o dia de hoje foi marcado por avanços...". O principal fato, o tal bolsa-família italiano, concede 40 euros por mês a famílias com renda igual ou inferior a 6 mil euros-ano. Segundo o governo, serão beneficiadas 1,3 milhão de famílias, das quais 1 milhão formada basicamente por idosos, e o restante por casais jovens com crianças pequenas. Em primeiro lugar, será difícil encontrar quem ganhe 6 mil por ano. Outra coisa: qual a diferença que 40 euros fará na vida de quem é pobre? Para que o leitor tenha idéia, um quilo de carne aqui está em média 15 euros. Um aluguel de um apartamento de 50 m² custa por baixo de 500 a 700 euros, podendo superar esse valor se as cidades em questão são Roma e Milão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8196528298578883969-3634275352816631630?l=jornalistanaitalia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://jornalistanaitalia.blogspot.com/2008/11/bolsa-famlia-italiano.html</link><author>noreply@blogger.com (Jornalista na Itália, que mudou para a Inglaterra)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8196528298578883969.post-8110387791801613192</guid><pubDate>Wed, 26 Nov 2008 19:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-11-26T11:57:24.169-08:00</atom:updated><title>A sangue frio</title><description>Hoje foram condenados à prisão perpétua Olindo Romano e Rosa Bazzi, acusados por terem cometido um crime horrendo no comune de Erba, no norte da Itália, em 2006. O caso envolve a morte de quatro mulheres e uma criança, que depois de terem sido esfaqueadas tiveram os corpos queimados. Os autores colocaram fogo no apartamento onde as vítimas estavam, principalmente para apagar vestígios da autoria do delito. O motivo foi torpe: desentendimento entre vizinhos. O que impressiona, além do fato em si, é a frieza dos agressores, que costumavam até rir para os parentes das vítimas no tribunal. Agora deverão rir menos, pois serão proibidos de se encontrar por três anos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8196528298578883969-8110387791801613192?l=jornalistanaitalia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://jornalistanaitalia.blogspot.com/2008/11/sangue-frio.html</link><author>noreply@blogger.com (Jornalista na Itália, que mudou para a Inglaterra)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8196528298578883969.post-7452162732491738897</guid><pubDate>Tue, 25 Nov 2008 19:12:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-11-25T11:32:05.095-08:00</atom:updated><title>Isola dei famosi</title><description>Na Itália existe um reality show em que os organizadores colocam, em grupos separados, "famosos" e simples mortais desconhecidos numa ilha do Caribe. O nome é Isola dei Famosi (Ilha dos Famosos). A lógica é deixar o pessoal à míngua, com uma ração diária mais mirrada que a de um monge franciscano. À medida que o público vai mandando os participantes para casa, chega um momento em que famosos e não-famosos passam a conviver num mesmo grupo. Ontem aconteceu a final, e os três personagens eram peculiares: um bobo da corte, um transexual e uma argentina de rara beleza e personalidade. O impensável aconteceu. Ganhou Vladimir Luxuria, transexual com uma passagem pelo parlamento italiano como deputado e pelo que pude conhecer uma pessoa inteligente e dona de um pensamento crítico. O fato me surpreendeu, porque a população italiana é bastante conservadora. Taí a eleição de Berlusconi que não me deixa mentir.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8196528298578883969-7452162732491738897?l=jornalistanaitalia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://jornalistanaitalia.blogspot.com/2008/11/isola-dei-famosi.html</link><author>noreply@blogger.com (Jornalista na Itália, que mudou para a Inglaterra)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8196528298578883969.post-3528334376460628943</guid><pubDate>Mon, 24 Nov 2008 19:16:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-11-24T12:11:02.415-08:00</atom:updated><title>Morte na escola</title><description>Gerou comoção na Itália a morte de um adolescente de 17 anos, Vito Scafidi, na escola de Rivoli, em Torino. O teto da sala de aula onde se encontrava o estudante e os colegas caiu, deixando, além de uma vítima fatal, vários feridos. O acidente na escola não é bem um acidente, mas o desdobramento trágico de uma série de omissões e o resultado de uma burocracia pesada. Desde 2002 havia à disposição um fundo de 500 milhões de euros endereçado à manutenção de escolas e universidades. A atual, discutida e discutível, ministra da Educação, Maria Stella Gelmini, promete a liberação de recursos emergenciais para evitar novas tragédias como a de Torino. Ou seja, precisou que acontecesse uma tragédia para que a ministra assumisse a responsabilidade pela manutenção dos prédios das escolas. O que ressoa muito mais forte é o choro e o testemunho da mãe desesperada de Scafidi, cujo filho foi à escola e não retornou.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8196528298578883969-3528334376460628943?l=jornalistanaitalia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://jornalistanaitalia.blogspot.com/2008/11/morte-na-escola.html</link><author>noreply@blogger.com (Jornalista na Itália, que mudou para a Inglaterra)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8196528298578883969.post-3634759240784991102</guid><pubDate>Mon, 27 Oct 2008 16:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-10-27T09:55:52.975-07:00</atom:updated><title>Primeira vez em Frankfurt</title><description>Hoje estou partindo para Frankfurt para receber um treinamento pela empresa para a qual eu trabalho. Será a minha primeira vez na cidade, e espero que valha muito a pena. Ficarei por quatro dias. Pelo que pude perceber da Alemanha, existe uma organização social maior do que na Itália, em todos os sentidos. O grande barato é ver a grande frota de bicicletas que eles têm por lá. Depois escreverei alguma coisa sobre a cidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8196528298578883969-3634759240784991102?l=jornalistanaitalia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://jornalistanaitalia.blogspot.com/2008/10/primeira-vez-em-frankfurt.html</link><author>noreply@blogger.com (Jornalista na Itália, que mudou para a Inglaterra)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8196528298578883969.post-2614785510181028252</guid><pubDate>Fri, 24 Oct 2008 16:47:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-10-24T10:33:26.285-07:00</atom:updated><title>Turismo ao acaso</title><description>Finalmente, depois de quase 10 meses, está nos sobrando algum para passear e conhecer um pouco da Itália. Nesta semana fomos a Florença, acompanhados de meu pai. A viagem foi curta, mas inesquecível. As paisagens da Toscana são absolutamente deslumbrantes. O outono foi caprichoso ao pintar as folhas das árvores de amarelo e laranja da estrada que pegamos. Saímos de Ancona rumo ao norte pela A14, e pegamos à esquerda a partir de Forli. A partir daí percorremos uma estrada secundária maravilhosa, pela sua beleza natural, mas absolutamente tortuosa. Não achamos o nome da serra, mas ela atinge mil metros no seu ponto mais alto. Ao chegarmos em Florença passamos a caminhar sem destino. A partir daí, cada rua que percorríamos nos reservava uma surpresa fantástica. Palácios, museus, igrejas da Idade Média e da Renascença. Uma grande pedida é a Igreja Santa Mara dei Fiori, que demorou 140 anos para ser construída entre os séculos 13 e 14.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8196528298578883969-2614785510181028252?l=jornalistanaitalia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://jornalistanaitalia.blogspot.com/2008/10/turismo-ao-acaso.html</link><author>noreply@blogger.com (Jornalista na Itália, que mudou para a Inglaterra)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8196528298578883969.post-7616055067999874538</guid><pubDate>Tue, 14 Oct 2008 10:51:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-10-14T03:52:54.642-07:00</atom:updated><title>Global fund 'could pay owners to keep rainforests safe'</title><description>A revolutionary multibillion-pound fund should be set up to pay the owners of the world's rainforests not to cut them down, a report to the prime minister will say today. The report by special adviser John Eliasch says the scheme would be a comparatively cheap way to reduce climate change emissions and would also inject vital funds into developing countries to help alleviate poverty.&lt;br /&gt;The report says that a global carbon market could pay the tropical rainforests' owners, or people living in, them to save and maintain the trees, which store carbon dioxide - the main contributor to climate change. In addition, saving the rainforests would help to control global rainfall patterns. They are also home to more than half the world's species.&lt;br /&gt;The World Bank has estimated the cost of reducing deforestation by one fifth at $2bn-$20bn (£1.15bn-£11.5bn) a year, leading campaigners to calculate that halting the problem would cost up to $100bn a year.&lt;br /&gt;But the Eliasch review claims countries without forests could also benefit from a global forest emission trading system, which would be relatively cheap compared with saving emissions at home.&lt;br /&gt;"Integrating forests within a global cap and trade system would create opportunities to tackle a large part of current CO2 emissions while at the same time delivering substantial finance to forest conservation and sustainable forest management," says the report. "Forest carbon finance could also make a significant impact on reducing poverty through increased financial flows to developing countries."&lt;br /&gt;The report marks a significant shift in the debate about saving rainforests, which has until now been dominated by charities and rich individuals - including Eliasch and the Cool Earth group he helped to set up - raising funds to buy forests, provoking outrage from some governments and local communities.&lt;br /&gt;The new model has been supported by some environmental campaigners and by the government of Guyana, which last year offered to save its rainforests in return for payments from Britain. But others warn that it would allow developed countries to avoid tackling their own emissions.&lt;br /&gt;"These proposals offer countries the chance to buy their way out of reducing emissions through forest protection," said Greenpeace's head of biodiversity, Andy Tait.&lt;br /&gt;"If relatively cheap forest credits were easily traded with other carbon units, they could 'flood' or otherwise destabilise the markets. This is likely to bring the price of carbon crashing down, reducing incentives to invest in clean and renewable energy technologies in donor countries."&lt;br /&gt;The Eliasch review says new research forecasts that without action to stop deforestation the problem would, by itself, generate enough carbon dioxide emissions to tip the planet over the level considered crucial to avoid more than 2C of warming. "Consequently ... forests will need to form a central part of any global climate change deal," it says.&lt;br /&gt;Deforestation contributes about 17% of global carbon emissions, the third biggest source behind power generation and industry, and bigger than either China or the United States, says the report. It forecasts the pressure on forests will increase as world population grows by more than 2.5 billion people in the next 40 years.&lt;br /&gt;"Rainforests [are] like a giant global utility right now, like a water utility or a power station, that's providing a service we're not paying for," said Andrew Mitchell, director of the Global Canopy Programme. "When you don't pay your electricity bill, you get cut off. We should recognise these countries shouldn't provide us with a service [for] free."&lt;br /&gt;Mitchell added: "We're saying we need to build carbon capture and storage to take the carbon out of the atmosphere and forgetting about the plants taking it out for free. We have to do both."&lt;br /&gt;· This article was amended on Tuesday October 14 2008 to include comments by Andrew Mitchell, director of the Global Canopy Programme.&lt;br /&gt;Source: The Guardian, October 14&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8196528298578883969-7616055067999874538?l=jornalistanaitalia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://jornalistanaitalia.blogspot.com/2008/10/global-fund-could-pay-owners-to-keep.html</link><author>noreply@blogger.com (Jornalista na Itália, que mudou para a Inglaterra)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8196528298578883969.post-4489195428319349707</guid><pubDate>Sat, 27 Sep 2008 22:48:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-09-27T15:52:06.475-07:00</atom:updated><title>Cinema com direito a dublagem e intervalo</title><description>Hoje fomos pela primeira vez ao cinema aqui na Itália. Duas características estranhas a nós brasileiros: uma, todos os filmes são dublados, o que compromete a atuação dos atores; e a segunda é que há um intervalo no meio do filme. Paciência...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8196528298578883969-4489195428319349707?l=jornalistanaitalia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://jornalistanaitalia.blogspot.com/2008/09/cinema-com-direito-dublagem-e-intervalo.html</link><author>noreply@blogger.com (Jornalista na Itália, que mudou para a Inglaterra)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8196528298578883969.post-861859012647249015</guid><pubDate>Fri, 26 Sep 2008 21:04:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-09-26T14:07:24.200-07:00</atom:updated><title>Itália identifica caso de vaca louca na Lombardia</title><description>Um novo caso de encefalopatia espongiforme bovina, a doença da vaca louca, foi detectado na Itália após quase dois anos. A doença atingiu um bovino da raça frisona de 13 anos, abatido em 17 de setembro em Lodi, Lombardia. Há 21 meses não era detectado um novo caso no país. Este é um caso de BSE clássico, contraído por meio da ingestão de farinha mista de carne e de ossos. De acordo com o Instituto Zooprofilático de Turim, que conduziu a análise sobre a amostra cerebral, o animal pode ter contraído a doença em seu primeiro ano de vida, há 12 anos, depois de ter sido alimentado com ração contaminada, com farinha de origem animal, que é proibida na União Européia. "É um sinal claro de que a doença está sob controle", diz a chefe do Centro Nacional para a BSE, Maria Caramelli. "O animal será abatído, a fazenda está sob controle e não há risco de que a carne contaminada chegue à mesa dos consumidores." Além disso, prossegue Maria, o fato de que este é o primeiro caso após 21 meses mostra o evidente declínio da epidemia.&lt;br /&gt;A notícia despertou imediatamente a preocupação do Codacons (Coordinamento delle associazioni per la difesa dell'ambiente e dei diritti degli utenti e dei consumatori), o órgão italiano de defesa dos consumidores. "Não podemos baixar a guarda, como muitas vezes acontece na Itália. Infelizmente, quando a atenção da mídia diminui, o controle é reduzido. As razões são muitas: falta de pessoal, de recursos", manifestou-se em nota um porta-voz do Codacons.&lt;br /&gt;Fonte: APCOM&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8196528298578883969-861859012647249015?l=jornalistanaitalia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://jornalistanaitalia.blogspot.com/2008/09/itlia-identifica-caso-de-vaca-louca-na.html</link><author>noreply@blogger.com (Jornalista na Itália, que mudou para a Inglaterra)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8196528298578883969.post-4038238623939705635</guid><pubDate>Fri, 26 Sep 2008 18:27:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-09-26T11:29:57.871-07:00</atom:updated><title>Itália identifica caso de vaca louca</title><description>Foi confirmado hoje um caso de vaca louca na Itália. O local de origem da fazenda é a Lombardia.&lt;br /&gt;Maiores detalhes serão dados amanhã, neste blog.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8196528298578883969-4038238623939705635?l=jornalistanaitalia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://jornalistanaitalia.blogspot.com/2008/09/itlia-identifica-caso-de-vaca-louca.html</link><author>noreply@blogger.com (Jornalista na Itália, que mudou para a Inglaterra)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8196528298578883969.post-7703592016730270841</guid><pubDate>Fri, 19 Sep 2008 13:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-09-19T07:12:10.518-07:00</atom:updated><title>As folhas caem</title><description>Gente, aqui na Itália o outono está dando as caras. A temperatura começa a cair, chove com mais freqüência, a cidade em que eu moro, Sirolo, banhada pelo Mar Adriático, está vazia. Pois é, os turistas foram embora, como num passe de mágica. Vêm principalmente do norte do país e da Holanda e Alemanha. As ruas estreitas transbordavam de gente, enquanto os comerciantes e donos de hotéis, animados, enxiam suas caixas registradoras de euros. Incrivelmente muitas pessoas transformam suas casas em espécies de albergues no verão. E cobram caro por isso. Na média um quarto custa de 30 a 50 euros por dia, incluído café da manhã, que é servido pela dona da casa. Como a região central da Itália - me refiro a Marche - não é tão rica, é a maneira que o povo arruma para ganhar dinheiro. Quando o calor deixa de bater os empregos também escasseiam e o dinheiro dos turistas não entra mais. Curioso observar como as coisas funcionam aqui. Tudo adquire uma espécie de letargia. Que eu não me acostume com isso, pois do contrário será difícil acostumar ao ritmo de uma cidade grande de novo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8196528298578883969-7703592016730270841?l=jornalistanaitalia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://jornalistanaitalia.blogspot.com/2008/09/as-folhas-caem.html</link><author>noreply@blogger.com (Jornalista na Itália, que mudou para a Inglaterra)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8196528298578883969.post-5195905721886414760</guid><pubDate>Sun, 14 Sep 2008 18:12:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-09-14T12:13:55.833-07:00</atom:updated><title>Engravidar é possível</title><description>Essa é uma dica boa para casais que moram na Itália e por algum motivo não conseguem engravidar naturalmente. O Centro di Fecondazione Assistita dell’Università di Bologna realiza fecundação in vitro gratuitamente, paga pelo Estado. Claro que é preciso entrar em uma fila de 8 a 10 meses de espera, mas mesmo assim dá uma esperança àqueles que querem muito ter um filho mas não conseguem. Obviamente a pessoa precisa ter nacionalidade italina ou a permissão para ficar no país e usufruir do sistema de saúde. A universidade oferece ainda uma solução econômica em relação ao que o mercado cobra - às vezes 7 mil por uma FIV. Se pode fazer imediatamente a um preço de 3 mil euros, com tudo incluído. O interessante é que não se paga nada para fazer todos os exames necessários, o que é uma excelente característica do sistema de saúde italiano. Uma boa estratégia é realizar a primeira tentativa pagando e, se por ventura não for bem-sucedida, realizar a segunda gratuitamente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8196528298578883969-5195905721886414760?l=jornalistanaitalia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://jornalistanaitalia.blogspot.com/2008/09/engravidar-possvel.html</link><author>noreply@blogger.com (Jornalista na Itália, que mudou para a Inglaterra)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8196528298578883969.post-9062221104528623051</guid><pubDate>Wed, 10 Sep 2008 13:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-09-10T07:19:30.573-07:00</atom:updated><title>Preocupado...</title><description>Gente, eu tenho um talento para chegar nos lugares quando um declínio está iniciando ou já no embalo que eu vou te contar. Parece sina. Primeiro foi Mato Grosso, que um pouquinho antes da minha mudança era um verdadeiro oásis de prosperidade, mas também de destruição milionária da fauna e da flora, e que depois quebrou clamorosamente. Digo milionaria não pelo aproveitamento racional da madeira, mas porque naquele ano a área plantada cresceu 1 milhão de hectares para plantar grãos. Bom, não tendo muita informação sobre a Itália cheguei no meio de uma tempestade polílica e econômica, no início de 2008. O fim do mandato do então premier, Romano Prodi, era anunciado. Mas vamos a notícia... Hoje estava vendo o noticiário econômico na TV e a projeção do Banco Central europeu é que o país de Felini - mas também de Berlusconi - cresça 0,1%, contra a média de 1,3% do restante dos sócios da União Européia. O prognóstico no primeiro semestre era menos pior, 0,3%. Esses 0,2% para uma economia combalida representam milhares de postos de trabalho, geração de riqueza e maior arrecadação de impostos. Interessante é que a inflação projetada também é superior: 3,7% para 3,2% nos outros países da UE. Ou seja, se correr o bicho pega e se ficar o bicho come.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8196528298578883969-9062221104528623051?l=jornalistanaitalia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://jornalistanaitalia.blogspot.com/2008/09/preocupado.html</link><author>noreply@blogger.com (Jornalista na Itália, que mudou para a Inglaterra)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8196528298578883969.post-6936102567024872841</guid><pubDate>Tue, 02 Sep 2008 13:41:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-09-02T06:51:51.826-07:00</atom:updated><title>Livre e solto</title><description>A grande notícia dos últimos tempos é que cumpri os três meses do trabalho temporário. Estava difícil levar três atividades profissionais ao mesmo tempo. Mas esse no camping foi a primeira experiência profissional que tive no exterior. Não das melhores, é verdade, pois tive que fazer coisas que absolutamente não estava acostumado no Brasil. Mas, como estava matutando esses dias, trouxe dignidade num momento dessa experiência no extetior que estava crítico. Quatro meses e nenhum trabalho dá o que pensar - e se preocupar. Mas depois veio o trabalho como jornalista, que salvou o projeto e de uma forma digníssima. Bom, de agora em diante, quem entrar no blog vai se deparar com um post fresquinho. Farei uma viagem em poucos dias a trabalho e terei mais coisas para comentar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8196528298578883969-6936102567024872841?l=jornalistanaitalia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://jornalistanaitalia.blogspot.com/2008/09/livre-e-solto.html</link><author>noreply@blogger.com (Jornalista na Itália, que mudou para a Inglaterra)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item></channel></rss>